19 de abril de 2022

CURSO: COMPORTAMENTO DO FRAUDADOR

Tempo de leitura: 2 minutos

O IPRC Brasil adota para este curso a linha dos funcionalistas: estudar a fraude a partir do fraudador. As demais linhas serão estudadas nos demais cursos.

Todo ser humano é passível de agir de forma incorreta

As empresas, de acordo com pesquisas, sofrem uma perda bilionária proveniente de fraudes ocorridas dentro do ambiente de trabalho. A média do rombo causado por fraudes pode representar 5% da receita bruta anual de uma empresa.

Precisamos deixar de lado as frases politicamente corretas e aceitarmos a realidade: todo ser humano é passível de agir de forma incorreta. Seja parar numa fila dupla na frente da escola do filho, ou encher o apartamento de malas de dólares.

Pois é! Este tema vai longe e, certamente, deixará muitos porquês sem respostas.

Por incrível que pareça, o maior número de fraudes é cometido por funcionários honestos que, devido uma pressão muito forte, por exemplo – doença familiar, ou pessoal ou mesmo relacionado a sensação de falta de reconhecimento – acabam cedendo ao desespero.

Por outro lado, nos deparamos com funcionários cujo o motivo de estar na empresa é unicamente para cometer a fraude, obter a quantia desejada e pedir demissão da empresa antes que o fato chame atenção e acabem desconfiando dele.

O famoso “malandro profissional”.

Como também existem aqueles que cometem qualquer fraude para conquistar o poder e não admite perdê-lo. A maior alegria dele é saber que as pessoas precisam dele.

Existem fraudes cometidas por funcionários em parceria externa com terceiros fornecedores que desejam entrar na empresa ou receber quantias para facilitar alguma transação da empresa.

Uma certeza é implacável – independentemente do motivo: FRAUDE SEMPRE SERÁ FRAUDE.

A organização tem que entender que, por mais que o colaborador apresente um desempenho profissional condizente com o que se espera dele, não significa que um dia ele não possa vir a cometer um ato ilícito, uma fraude.

Compartilhe conosco suas experiências.

Convidamos você a fazer um levantamento de todos os tipos de fraude que já teve notícia e refletir sobre qual ou quais motivos você considera mais relevante (s), caso tivesse o compromisso de fazer uma análise sobre o comportamento do fraudador.

Garantimos a confidencialidade de suas reflexões. Pois nossa intenção é figurinhas e não o tornar delator.

O mantra diário de um correto entrevistador: não cabe a ele julgar, apenas apresentar os dados objetivos que resultaram de sua análise.

O IPRC Brasil apresenta um novo método para que essa missão do entrevistador tenha sucesso.
Usando como base o Triângulo da Fraude (Cressey, 1953) e o Diamante da Fraude (Wolve e Hermanson, 2004) experiências adquiridas no meio acadêmico, o IPRC Brasil propõem um novo modelo de estudo, defendido pelo Professor Doutor Renato Santos, Phd, Diretor acadêmico do IPRC Brasil, na tese do seu doutorado – acrescentando o vértice da disposição do risco. Estamos falando do Pentágono da Fraude.

Ele procura auxiliar no diagnóstico dos principais gatilhos que originam os riscos comportamentais, impactando positivamente o indivíduo e, consequentemente, o ambiente onde ele está inserido.

Ele disponibiliza mais detalhadamente a estrutura e dinâmica sobre o uso do Pentágono da Fraude:

· Oportunidade
· Capacidade
· Pressão
· Racionalização
· Vértice da disposição ao risco

Não nos consideramos os donos da verdade ou que tenhamos conhecimento pleno de todos os tipos de comportamentos fraudulentos.

O ser humano é criativo demais. A cada dia surge um novo tipo a ser levantado e analisado.

Transforme-se em um especialista no comportamento do fraudador, com a metodologia do PENTÁGONO DA FRAUDE, comprovada cientificamente. Faça parte da classe de apuradores formados pelo IPRC Brasil.

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