18 de abril de 2022

CURSO: COMPLIANCE NO PROCESSO SELETIVO

Tempo de leitura: 2 minutos

O IPR Brasil C levanta pontos fundamentais que o entrevistador deve prestar atenção na construção de uma entrevista eficaz para a escolha do candidato mais compatível às necessidades do cargo.

Quem conhece o ditado: “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”?

O senhor José, colaborador do IPRC, nos contou indignado com o transtorno emocional e financeiro que teve por sua falta de atenção. 

Contrataram uma empregada que, querendo causar boa impressão, falou que o último emprego dela tinha sido numa empresa de limpeza — prestadora de serviços para construtoras, nas entregas dos apartamentos. 

Ainda complementou que limpou tantos apartamentos que lidar com um ela tirava de letra.

Após um mês, a filha deles deu falta dos dólares que havia deixado na gaveta do quarto dela. 

O pânico foi geral. Não havia dúvida que tinha sido a empregada, mas não havia como acusá-la na polícia por furto.

E as provas? Até então só havia prova da eficiência da empregada.

E, no momento que a filha contou o fato, tiveram que reconhecer que a empregada não mentiu quando disse que limpava bem. 

Limpou tão bem o apartamento; mas não esperavam que ela tivesse dado até “uma limpa” nos dólares da filha, um lençol de cada jogo e mais outros pertences, tornando-se difícil prestar atenção no que estava acontecendo.

Para sorte da filha sobraram euros que estavam próximos aos dólares. Quem sabe pela moeda parecer mais com dinheiro de criança.

Pois é! As aparências enganam. E como enganam.

Enfim, fatos como esse, ocorrem em tudo quanto é lugar. Tanto na vida das pessoas quanto na vida das organizações.

Nas entrevistas de emprego, tem candidato com uma lábia tão grande que, por mais que o entrevistador esteja atento, às vezes, ainda cai na artimanha dele.

Alguns candidatos ainda demonstram um currículo invejável (nem sempre original) que, se duvidar, acaba sendo o entrevistador a ansiar para que a “figura” não desista de fazer parte da empresa.

Contudo, tal atitude não significa necessariamente a incapacidade do entrevistador, mas, temos que “tirar o chapéu” para esses candidatos pela maestria que possuem ao exercitarem o dom de iludir.

Prevenir acidentes é dever de todos.

Para que isso ocorra, o primeiro passo que a empresa deve ter é investir na escolha dos funcionários que serão responsáveis pela entrevista dos candidatos. 

Pois, cabe a eles a expertise de saber ler entrelinhas, prestar atenção nos mínimos detalhes verbais, corporais, curriculares que um candidato possa demonstrar ou deixar passar e que, lá na frente, fará a diferença.

Os entrevistadores, antes do processo seletivo, terão que conversar com os responsáveis pela área da vaga a ser preenchida e descobrir qual a prioridade deles; e, com base nela, ver qual critério será o diferencial para a escolha do candidato.

Uma avaliação coerente é capaz de perceber que não basta um currículo invejável, se o candidato não estiver alinhado com a cultura e expectativa da empresa.

É fundamental a análise com muita calma de todos os aspectos positivos e negativos que irão refletir na escolha, seja individual ou profissional.

Quando se trata de contratação de profissionais de alto escalão, é muito usual recorrerem a empresas de consultorias que apresentam candidatos pré-selecionados alinhados aos valores da empresa.

Enfim, são muitos detalhes que demonstram ao entrevistador sério que ele não pode escolher levando e conta apenas a sua subjetividade ou na dúvida partir para o famoso: 

“uni- duni- tê, salame minguê, um sorvete colorê, o escolhido foi vo-cê..”.

O IPRC apresenta técnicas que irão preparar e diferenciar um entrevistador sério de apenas um repetidor de “script pronto”.  Venha enriquecer nosso curso. 

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