24 de novembro de 2021

A Justiça do Trabalho só existe para o empregado?

Tempo de leitura: 2 minutos

Durante os ultimos anos recebemos diversos feedbacks de grandes clientes que deixam claro que não só a sociedade, mas também a Justiça do trabalho vem em um movimento positivo de mudança nos últimos anos.

Nas mais de 4000 entrevistas investigativas que conduzimos com nossa metodologia em casos de fraude e assédio, nossos clientes nunca tiveram uma reversão trabalhista ou condenação civil por dano moral por conta do processo de investigação e da entrevista investigativa.

Isso se deve por algumas razões:

  • Processo de investigação e ferramentas utilizadas não ferem a legislação brasileira e nem os direitos constitucionais do investigado.
  • Entrevista Investigativa conduzida por meio de uma abordagem empática e com respeito a dignidade humana que não demoniza o fraudador, facilitando a confissão verbal e por escrito. Assim, fazendo com que o envolvido tenha mudança de atitude e volte a ser quem ele era antes de cometer a fraude, ou seja, uma pessoa boa como qualquer outra. Por favor, fazer ameaças, interpretar o bonzinho e mauzinho, apresentar as provas e perguntar ao entrevista: “O que você tem a falar disso?” não funcionam e só mostram falta de profissionalismo e método além de entregar talvez as poucas provas que a investigação conseguiu até o momento da entrevista.

Agora gostaria de compartilhar um dos feedbacks que recebemos nestas duas últimas semanas de um grande cliente o qual por questões de confidencialidade omitirei o nome, mas que nos contemplou de orgulho:

“Mario e Renato, boa tarde,

Gostaria de compartilhar com vocês o resultado positivo que obtivemos no processo movido pelo ex-funcionário Fulano de tal, o qual entrevistamos há algum tempo em (Cidade Tal) do Caso XXX.

O apoio de vocês na investigação e na condução da entrevista foi fundamental para este resultado. Precisamos marcar um café qualquer dia desses na S2, faz tempo que não falamos

Abs.”

Esse contato apenas prova que a metodologia da empatia que usamos está dentro das boas práticas tendo total respaldo da justiça do trabalho, devido ao tratamento humano com o entrevistado

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